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sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Quando 3 não é demais


CONTO ERÓTICO

Após longos meses sem nos vermos, o reencontro prometia toda a euforia e intimidade de sempre. Eram muitas afinidades, muitas histórias, uma amizade longa, sólida e sem mistérios. Ou não... já que parecia que, alguns dos únicos mistérios que ainda restavam, pareciam ter, naquele noite, o cenário perfeito para serem revelados nas próximas horas.

Nos encontramos já meio tarde. A rua estava cheia e a noite linda, e nós só queríamos saber de estarmos juntas, não importava o lugar. O desejo era explícito, mas a tensão e a convivência de anos atrapalhava, ao mesmo tempo em que aguçava ainda mais, a vontade de desvendarmos todas as fantasias e matar o tesão louco que acompanhava tanto carinho e afeto.

Seguimos para casa. Entre conversas, risadas e bebidas, o clima se naturalizava ainda mais, deixando claro que tudo aquilo não demoraria muito mais a acontecer. A tensão e o nervosismo deram lugar a mais intimidade e liberdade, aumentando o desejo e dando doses extras de loucura, nos deixando completamente excitadas.

Não sabíamos muito bem como e por onde começar, mas sem que percebêssemos, já estamos nuas. As três, nuas e muito molhadas. Um momento único. Um sentimento único, terno, selvagem. Uma vontade descontrolada de nos possuirmos loucamente ao mesmo tempo.

Entre beijos, pudemos sentir o quão molhadas estávamos. Muitas mãos, muitos toques, seios, coxas, costas, bocas, pescoços, ao mesmo tempo. Louca de tesão, me afastei e pedi que elas continuassem para que eu pudesse observá-las de longe... mas não tão de longe assim.

Sem rodeios, deram início a um 69 maravilhoso. Parecia mentira: eu assistia de perto a duas lindas amigas de chuparem sem parar, enquanto me masturbava na mesma intensidade. As línguas se perdiam uma na outra, enquanto eu me perdia sozinha com aquela visão...

Antes de gozarem, pararam o que faziam e vieram em minha direção, como se quisessem dividir comigo o gosto de cada uma. Dividir sempre foi uma palavra de ordem entre nós, e principalmente naquela hora tudo estava sendo muito bem dividido.

Com pressa, após eu sentir o gosto das duas misturados em minha boca, começaram a me chupar como faziam anteriormente enquanto eu as observava. Eu estava deitada, e só conseguia sentir duas línguas que me tocavam de um jeito que eu jamais poderia imaginar.

Quentes, ágeis, constantes, firmes... nos meus seios, na minha boca, na minha barriga, na minha buceta que já não agüentava mais de tanto prazer. Eu queria gritar, queria as fazer sentir tudo o que eu sentia, mas queria também que aquele momento durasse a eternidade. Logo uma delas sentou-se sobre minha boca, e pude sentir aquele gosto que sempre quis. Ela rebolava sobre mim, enquanto eu era chupada pela outra com uma intensidade jamais vista.

Viramo-nos de lado e fizemos um círculo, cada uma chupando e fodendo a outra. Sentia minha buceta sendo explorada com a mesma voracidade que eu as explorava, o que me enlouquecia. Aquela situação era a mais excitante de minha vida. Entre gritos, gemidos e sussuros, gozamos enlouquecidamente, nos beijando depois, para que sentíssemos o gosto do prazer de cada uma.

Exaustas, descansamos um pouco, uma no colo da outra. Olhávamos olhares ainda mais íntimos, porém tranqüilos e felizes. Entre sorrisos maliciosos e risos descontrolados, a mensagem que ficava era a de que a noite havia sido maravilhosa, porém, muitas outras coisas ficaram para depois. Tínhamos a certeza de que não tinha acabado por ali...

dykerama

Game traz cenas de sexo entre um homem e um elfo


Um novo game, chamado Dragon Age: Origns, traz uma cena de sexo entre um homem e um elfo. No estilo O Senhor dos Anéis, o jogo, bem conceituado na opinião dos jogadores, permite que as cenas quentes e românticas sejam vistas com a combinação correta das falas do elfo Zevran.


A empresa BioWare, que desenvolveu o jogo, recebeu críticas negativas de muitos fãs, mas o site GayGamer.net aprovou a iniciativa e descreveu a cena como "ponderada e respeitosa". “Com esse retrato firme e desnudo, o sexo gay em vídeo games alcança um novo nível e recebe um tratamento igual”.

O site ainda afirma que as cenas não são "afetadas" e que há coreografia, ternura, humor e um elemento político nas falas do elfo. GayGamer.net ainda falou que a BioWare merece crédito por ter criado um roteiro gay romântico, assim como faz com as histórias de héteros”.

uol

Canal Brasil lança CD e DVD do programa Escândalo de Ângela Ro Ro Por Redação


Durante os anos de 2004 e 2005, Ângela Ro Ro apresentou o programa Escândalo no Canal Brasil. Além de entrevistar colegas célebres da MPB como Frejat, Fafá de Belém, Rita Ribeiro, Leila Pinheiro, Jerry Adriani, Ney Matogrosso e Zélia Duncan, com sua característica irreverência, a cantora também se apresentava acompanhada pelo tecladista Ricardo Mac Cord.

Agora, a emissora em parceria com o selo Discobertas, do produtor Marcelo Fróes, lança um CD com dezoito gravações da cantora retirados desses programas. Não faltam sucessos como Fogueira, Compasso, Gota D´água, e músicas inspiradas nos seus famosos e intensos relacionamentos homossexuais como Garota Mata Hari e Fila de Ex- Mulher. Para 2010, a emissora ainda vai lançar os melhores programas, inclusive com as entrevistas, em DVD.

uol

A artista plástica baiana Virgínia de Medeiros é uma das principais atrações da XII Mixto Quente, evento que mistura música, teatro e artes visuais durante os dias 28 e 29 de novembro, na Casa da Lapa, em São Paulo.

Virgínia que costuma traçar em seu trabalho um paralelo entre fotografia, antropologia e arte e já realizou vários trabalhos com travestis, apresenta o vídeo-arte Sérgio e Simone, que trata da biografia de Sérgio, que já foi a travesti Simone, mas depois de uma overdose de crack, teve um delírio místico e acredita que é um dos últimos evangélicos que pode salvar a humanidade.

"É um fragmento erótico de uma história real", resume Virgínia. A artista foi responsável pelo trabalho Studio Butterfly, que faz um registro dos travestis de Salvador e participou da XVII Bienal de São Paulo. A mostra ainda terá participação de vários outros artistas plásticos, VJs, pockets shows e DJ sets.

Serviço:
XII Mixto Quente

Quando: Dias 28 e 29 de novembro
Onde: Casa da Lapa
Endereço: Av. Ricardo Medina Filho, 904, Lapa
Horário: A partir das 17h
Ingressos: R$ 10

uol

"Sou mais xavecada por mulher do que por homem", diz atriz Thayla Ayala


Capa da revista VIP de dezembro, a atriz Thayla Ayala, namorada do galã Paulo Vilhena, afirmou que sofre mais assédio de mulheres do que de homens. "Sou mais xavecada por mulher do que por homem. Não sei se tenho cara de quem gosta, se é minha voz meio de traveca. Uma vez, estava em Los Angeles e duas mulheres me seguiram no trânsito, me pararam e me pediram para entrar no carro com elas", contou.

Ayala, que ficou famosa por viver a namorada de Bahuan na novela Caminho das Índias, disse não saber o motivo para despertar esse interesse no público feminino. Afirmou ainda que seu comportamento é mais masculino do que feminino.

"No dia a dia sou um moleque. Falo igual mano, muita gíria, uso calça larga, chinelo, já roubei várias calças do Paulo. Não gosto de calcinha, uso muita cueca", garantiu.

uol

GRUPO DE TRABALHO LGBTT DA CALUNTAS


Há alguns dias aconteceu mais um ato de discriminação e preconceito, desta vez dentro de uma escola no estado do Rio de Janeiro. Um professor do Instituto de Educação Sarah Kubischek, ao desenvolver um trabalho sobre respeito à diversidade sexual, teve seus cartazes pregados nos murais da escola riçados e pixados com mensagens selvagens como “morram bichas” dentre outras informou o próprio.

O GT-LGBTT - Conlutas diz que em primeiro lugar é preciso parabenizar o professor que levou este debate para dentro dos muros da escola. Iniciativas como esta precisam ser estimuladas e reconhecidas, pois o debate contra a opressão deve estar presente no dia-a-dia da sociedade, e a escola é um lugar privilegiado para esta luta que travamos cotidianamente contra o preconceito.

Contudo, precisamos repudiar este tipo de atitude homofóbica. São frases como esta que respaldam e legitimam os atos de violência que assistimos diariamente contra GLBTs pelo país afora. O mais preocupante é que isso aconteça dentro de uma escola que forma professores.

Neste caso cabe a pergunta: qual o papel da escola? De um lado vemos o pensamento conservador e discriminador que se apropria historicamente deste espaço para reproduzir e disseminar as ideologias das elites dominantes, como a intolerância, o ódio, o machismo, o racismo e a homofobia. De outro lado, vemos alguns bravos trabalhadores da educação conscientes de seu papel, tentando transformar a escola num espaço realmente formador de consciência e emancipador.

Os temas polêmicos de nossa sociedade, os tabus e principalmente as questões que dizem respeito à discriminação e a violência precisam sim ser pautados nas escolas.

É preciso levar para dentro das salas de aula o debate sobre gays e lésbicas, sobre diversidade e respeito e sobre a luta permanente contra a discriminação. Do contrário, estaremos contribuindo para a reprodução de ideologias que, nas formas mais acentuadas, se traduzem em agressão física e moral, violência, preconceito e todo tipo de intolerância.

Cabe às entidades dos movimentos sociais combativos, do movimento LGBTT nacional, aos sindicatos e todos aqueles e aquelas comprometidos com a real transformação social repudiar este ato de ameaça contra os homossexuais do IESK e prestar total solidariedade ao professor que enfrentou o preconceito e colocou nas paredes de sua escola o debate sobre respeito a diversidade sexual finalizou o GT-LGBTT - Conlutas.

abalo

BRASIL CAMPEÃO DE VÔLEY GAY


Terminou no dia 22, na cidade de Santo André, o International Brazil Cup – Volleyball LGBT Tournament.

As finais foram no Ginásio de Esportes do Parque Celso Daniel e concorreram as equipes Cariocas da Gema e México (terceiro e quarto lugares, respectivamente) e Canadá e São Paulo Outgames (segundo e primeiro lugares).

Segundo a reportagem de Cássio Rodrigo, o país subiu ao pódio duas vezes, para receber o bronze e o ouro. A prata ficou para a equipe canadense.

O enceramento foi em clima de festa e manifesto político. Uma parceria entre o CDG – Comitê Desportivo Gay (organizador do torneio) e a ONG ABCD’S – Ação Brotar pela Cidadania e Diversidade Sexual, garantiu uma final com apresentações de drag´s e discurso de Léo Áquila, madrinha da Parada de Santo André, informando que uma nova construção política está sendo realizada na cidade para garantir uma melhor interlocução entre a ONG e a Polícia Militar, já para a Parada de 2010.

Segundo Érico Santos, presidente do CDG, a avaliação internacional dos jogos “foi positiva, recebemos 9.9 de nota enquanto organização e infra-estrutura”.

Competindo com equipes do Chile, México, Colômbia, Cuba, Peru e Canadá, o Brasil demonstrou que sua tradição no vôlei também alcança aos atletas gays, deixando claro que talento e competência nada têm a ver com orientação sexual.

Parabéns aos times brasileiros e aos organizadores do evento. Que venham as Olimpíadas e a Copa do Mundo, e quem sabe a sede de uma olimpíada internacional LGBT.

abalo